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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Banalização da guerra

Em mais um aniversário da guerra na Ucrânia, motivada pela invasão russa, a resistência continua — o que quer dizer: humanos ucranianos, banqueiros europeus e industriais americanos.

Na perspetiva dos ucranianos, parece impossível que, após terem cedido as armas nucleares que detinham (Memorando de Budapeste, 5 de dezembro de 1994, depositado na ONU), tenham passado a ser alvo de ataques russos: primeiro com a invasão e anexação da Crimeia em 2014, depois com a invasão em larga escala de há quatro anos. Parece aquela fábula de La Fontaine em que as ovelhas abdicaram dos cães de guarda, para terminarem comidas.

Não se vê fim para esta carnificina, em que se generalizou a porcaria dos drones de guerra, que vieram para ficar, agora como agentes autónomos graças à inteligência artificial, para mal dos nossos pecados. A inteligência natural escasseia, como se viu nas falhadas conversações de paz da semana passada e ontem se notou no Conselho da União Europeia.

Luis Miguel Novais

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