Felicito democraticamente António José Seguro por ter vencido a primeira volta das eleições presidenciais de ontem deste Portugal adormecido.
O título toma de empréstimo uma frase que ouvi a José Ribeiro e Castro, a propósito de o CDS não ter votado a Constituição e, ainda assim, ter sabido viver nela. É a Democracia, o poder de divergir.
Sou sensível ao apelo ao humanismo, tenho já pouca tolerância ao socialismo. Como na velha história da rã que vai sendo fervida, tanto devemos fugir da água quente como não nos deixar afogar na fria.
Luis Miguel Novais
