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Riqueza, civilização e prosperidade nacional

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Cuspir para o ar

Adágios portugueses do cuspir, segundo Bluteau: quem mal cospe, duas vezes se alimpa. Quando Deus queria, ao longe cuspia; agora, que não posso, cuspo aqui logo. Cuspo para o ceo, caeme no rosto.

Alguns economistas, como o Senhor Ministro das Finanças actual, evidenciam dificuldade em compreender esta verdade antiga, sobrecarregando as pessoas com impostos recessivos e desproporcionados.

Um Rolls Royce na selva nunca fica limpo, nem funcional, por muito tempo.

Luis Miguel Novais

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