Na segunda volta das eleições presidenciais brasileiras, um tribunal decidiu, praticamente à hora do encerramento das urnas, o prolongamento da votação por duas horas, em todo o Brasil.
No passado dia 5 de outubro, elogiei aqui, em «Zerésima», o sistema eleitoral electrónico brasileiro. Uma grande democracia, com 158,7 milhões de eleitores, dotada de um sistema de votação rápido, transparente e fiscalizável, que deveria ser seguido neste Portugal adormecido.
Como sempre, a lei é melhorável. Continuo a pensar que o sistema de urnas electrónicas é o melhor. Mas não se pode permitir mudar as regras durante o jogo.
Luis Miguel Novais