Filiei-me no PPD/PSD pelo início do milénio, pela mão de Pedro Duarte e de Durão Barroso. Desfiliei-me quando esse partido desapareceu, ainda no tempo de Passos Coelho.
Agora que o PPD/PSD se desagregou, transformando-se nos PSD de Montenegro (hoje reeleito presidente do PSD com apenas um terço dos militantes a votar), de Rio e de Passos, mais o Chega, mais a Iniciativa Liberal, apesar de uma maioria parlamentar contrária, este Portugal adormecido continua no pântano socialista.
Parece-me evidente que falta um PPD, o partido mais português de Portugal.
Luis Miguel Novais
