Felicito António José Seguro pela sua eleição como Presidente da República.
Não deixa de ser irónico que o “indesejado” — e, para alguns no seu próprio partido, o “indesejável” — seja agora o Presidente, com mais de 3,4 milhões de votos. O seu adversário, André Ventura (outro “indesejado”), também ganhou, atingindo os 1,7 milhões de votos.
Ainda assim, a eleição neste Portugal adormecido não mobilizou cerca de metade do eleitorado. O meu voto inclusive.
Luis Miguel Novais
