O regresso deste Portugal adormecido aos mercados financeiros internacionais de dívida pública de médio prazo, que hoje teve lugar, numa operação bem organizada pelas Finanças, é uma boa notícia.
As dívidas não se pagam com dívidas, mas é sempre melhor haver quem nos empreste dinheiro do que estarmos totalmente dependentes dos nossos parceiros europeus e do FMI. Claro que a garantia implícita do BCE conta, mas não deixa de ser reconfortante.
Agora falta remodelar o Governo, para eliminar os pontos mortos.
Luis Miguel Novais
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Riqueza, civilização e prosperidade nacional
