Dados do afundamento, na frieza dos números, ao alcance de qualquer um neste Portugal adormecido (estão no site do Banco de Portugal, em folha Excel e tudo):
Indicador Coincidente da Actividade Económica e do Consumo Privado:
2010
Mês / Actividade / Consumo
Janeiro / 0,5 / 1,7
Fevereiro / 0,9 / 2,2
Março / 1,2 / 2,6
Abril / 1,4 / 2,8
Maio / 1,5 / 2,7
Junho / 1,4 / 2,5
Julho / 1,3 / 2,1
Agosto / 1,1 / 1,6
Setembro / 0,9 / 1
Outubro / 0,6 / 0,4
Novembro / 0,4 / -0,1
Dezembro / 0,1 / -0,6
2011
Mês / Actividade / Consumo
Janeiro / -0,1 / -1
Fevereiro / -0,2 / -1,5
Março / -0,4 / -1,9
Abril / -0,6 / -2,3
Maio / -0,9 / -2,8
Junho / -1,2 / -3,3
Julho / -1,7 / -3,9
Agosto / -2,2 / -4,4
Setembro / -2,7 / -5
Outubro / -3,1 / -5,5
Novembro / -3,3 / -5,9
Dezembro / -3,4 / -6,1
2012
Mês / Actividade / Consumo
Janeiro / -3,3 / -6,3
Fevereiro / -3,2 / -6,3
Março / -3 / -6,2
Abril / -2,8 / -6,1
Maio / -2,7 / -5,9
Junho / -2,5 / -5,6
Julho / -2,3 / -5,3
Agosto / -2,1 / -4,9
Setembro / -1,9 / -4,6
Fonte: Banco de Portugal
Ainda não parámos de afundar. Tanto a actividade económica como o consumo privado só descem há praticamente dois anos! Pergunto-me qual será o plano do omnipresente Ministro das Finanças para inverter a situação e evitar nova falência? Existe um plano, certo?
É que teorias oriundas de Boston e quejandos, nunca testadas em país nenhum, fazem de nós cobaias. Não tenho talento para cobaia e não votei em ninguém para fazer experiências comigo.
Onde está o plano?
Luis Miguel Novais
Total:
Riqueza, civilização e prosperidade nacional
