A escolha de António Vitorino para liderar a Organização Internacional para as Migrações (OIM) é de saudar, como uma vitória da diplomacia deste Portugal adormecido - no complexo emaranhado orgânico da ONU, onde se inserirá o novo diretor-geral da OIM, mas onde também existe um Alto Comissário para os Refugiados.
As migrações em larga escala de seres humanos são de todos os tempos, acompanhando catástrofes provocadas pela natureza ou pelo próprio homem. Da subida das águas, à falta das mesmas; da guerra, à economia. História não falta, para reflectirmos sobre migrações, mais ou menos temporárias, mais ou menos voluntárias.
A OIM haveria de servir, porém, para mais do que apenas filosofia. Planos de contingência entre países vizinhos, por exemplo.
Luis Miguel Novais
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Riqueza, civilização e prosperidade nacional
