A Mercedes é já uma instituição. Reclama, e com razão, ter sido a primeira marca de coches que pôs de lado os cavalos (com pena dos puro-sangue, mas clara viagem para todos nós). Tendo sobrevivido, como tem, há praticamente cem anos, já merece o carácter institucional.
Mutatis mutandis, está como a República Portuguesa, com um Presidente que, de há dois anos para cá, tem sabido transportar esta fase sem rei deste Portugal adormecido para lá de Mercedes ou cavaladas.
De há dois anos para cá, chamo Marcelinho aos Mercedes Classe A.
Luis Miguel Novais
Riqueza, civilização e prosperidade nacional
