Um inesperado convite do Porto Canal levou-me, esta madrugada, a comentar ao vivo na televisão a vida de Belmiro de Azevedo, na sua morte. Era o pai do meu amigo Nuno Azevedo, que muito prezo e por quem tenho grande consideração intelectual. Dificilmente poderia ter sido imparcial no comentário à morte do pai de um amigo, ademais uma personificação do grande empresário do Norte, de quem todos convimos no pundonor com que transitou (a correr) pela vida terrena.
Outro fantasma lácteo transitou pelo éter, hoje: morreu o pop star português, o Zé Pedro dos Xutos & Pontapés. Com ele me cruzei na música nos anos de 1980. Não resistiu aos reflexos longínquos dos excessos daquilo que era, para nós todos, a liberdade inebriada do pós 25 de abril de 1974.
Paz às suas almas, enquanto saúdo, hoje também, a primeira entrevista televisionada de um novo grande ministro de Portugal (num Governo em queda livre): Pedro Siza Vieira.
Luis Miguel Novais
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Riqueza, civilização e prosperidade nacional
